sexta-feira, 7 de março de 2008

Um modelo orientado ao desenvolvimento de sistemas móveis e pervasivos

A computação tem como um dos objetivos principais, através de seus paradigmas de programação e linguagens de modelagem, descrever a realidade satisfatoriamente e com um custo computacional viável. Porém a diversidade de aplicações e de cenário existentes dificulta a criação de um paradigma único que consiga atender satisfatoriamente todos os casos. Em vista deste problema criou-se o Holoparadigma, voltado principalmente para a computação móvel, baseado em paradigmas como Orientação a Objeto, Imperativa e Lógica (o que o torna multiparadigma). No Holoparadigama, assim como o objeto é a unidade básica da OO, a unidade fundamental é o Ente, e a unidade de informação é o Fato.

Uma abordagem introdutória sucinta, porém esclarecedora sobre sistemas Holoparadigama aplicado em sistemas moveis pervasivos é apresentada por Sergio L. Junior no artigo Um modelo orientado ao desenvolvimento de sistemas móveis e pervasivos disponível em http://www.inf.unisinos.br/~barbosa/pipca/consipro1/a10.pdf (acessado em 07 de março de 2008).

O desenvolvimento de sistemas móveis, com o crescimento do uso de celulares, PDA, e outros aparatos eletrônicos semelhantes, impulsionou o desenvolvimento desse paradigma ao apresentar problemas que não eram solúveis nas antigas abordagens.

COMENTÁRIO:
O referente artigo apresenta uma visão inicial sobre esse novo paradigma de programação. Ressalta suas vantagens e aplicações. Deixou um pouco a desejar no que diz respeito a uma análise mais profunda de como pode ser aplicado em sistemas móveis pervasivos (já que esse era o título). Porém a abordagem introdutória sobre o Holoparadigama foi satisfatória. É claro que um novo paradigma deve ser olhado com calma e precauções. Não se pode depositar todas as confianças cegamente, até porque é uma abordagem recente e que ainda precisa crescer mais e ficar mais robusta.

07 de março de 2008
Leandro Moraes V. CruzDisciplina Sistemas DistribuídosCurso Ciências da ComputaçãoUniversidade Cândido Mendes – Campos/RJ

TRABALHO DESSA SEMANA DE 07_03 A 14_03

PESSOAL, COMO TODOS SAÍRAM CORRENDO DA AULA, ESTOU POSTANDO AQUI O TEMA PARA ESSA SEMANA.

VIMOS DOIS ALGORITMOS DE IMPLEMENTAÇÃO DE DHT ( CAN E CHORD). EXISTEM OUTROS ALGORITMOS.

O TRABALHO É PUBLICAR SOBRE UM DESSES ALGORITMOS DURANTE ESTA SEMANA!!!

OBSERVAÇÃO: TODOS TEM QUE LER O BLOG PARA COMENTAR SOBRE OS ARTIGOS DOS COLEGAS, POR ISSO NÃO VALE DIZER QUE NÃO LEU ESTA MENSAGEM NO BLOG E POR ISSO NÃO FEZ O TRABALHO!
SE VOCÊ ESTÁ LENDO ESTA MENSAGEM,FAÇA UM FAVOR DE AVISAR AOS SEUS DESESPERADOS COLEGAS...

UM ABRAÇO,

PROF. IZALMO

Pervasive Computing

Surgiu a partir de 1991.

É a criação de ambientes com computação e comunicação, de maneira integrada aos seres humanos, onde a percepção de se estar lidando com computadores é mínima. Considerando assim o ambiente das máquinas e dos humanos como sendo apenas um.

Engloba computação móvel, pois requer, também, suporte para interoperabilidade, escalabilidade, "inteligência " e invisibilidade.

Envolve quatro grandes áreas: Dispositivos, Rede, Middleware e Aplicações.

Vários dispositivos podem compor um único sistema e tratar cada dispositivo que seja dotado de alguma "inteligência".

Os desafios nessa área são: Escalabilidade, Heterogêneidade, Integração, Invisibilidade, Percepção e Gerenciamento de contexto.

Quanto a aplicações, são mais centradas no ambiente. Exemplo: Uma pessoa com problemas cardíacos tendo seu marcapasso monitorado remotamente, a aplicação deve saber exatamente quando soar um alarme, baseado no conhecimento prévio do ambiente.

Portanto, Computação Pervasiva tornará nossa vida mais simples através de ambientes digitais sensitivos, adaptativos e inteligentes.

Abaixo segue o link do material acima, bem completo.
http://www.inf.ufrgs.br/procpar/disc/cmp134/trabs/T2/041/llaurino/apresentacao.ppt#263,6,Evolução

Neste link abaixo tem vários exemplos de sistema muito interessante.
http://portal.ua.pt/bibliotecad/default1.asp?OP2=0&Serie=0&Obra=28&H1=2&H2=1


Jeovane Firmo da Silva

Jogos Multiusuário Multiplataforma Pervasivos (PM2G)

Em um Jogo Multiusuário e Distribuído, dois ou mais jogadores de um mesmo jogo interagem cooperativamente ou competitivamente, através de máquinas diferentes.
Inicialmente restritos a pequenos grupos de usuários interligados através de redes locais, decorrente das evoluções tecnológicas o avanço deste cenário criou a idéia dos Massively Multiplayer Games(MMG).
Devido ao crescente mercado de computação móvel de voz e dados, associado ao surgimento de plataformas abertas como J2ME criaram um campo promissor para Jogos Multiusuário e Distribuídos.
Apesar das limitações dos dispositivos móveis, esse é um ambiente propício para jogos Multiusuário devido os dispositivos móveis serem distribuídos e interconectados por natureza.
Um conceito ainda mais recente é o de jogos Pervasivos. Estes jogos tomam como base a visão de Computação Ubíqua ou Pervasiva. Este novo paradigma computacional promove uma computação mais integrada ao cotidiano de seus usuários.
Sistemas de Computação Pervasiva propõem o acesso de suas aplicações e dados através de diferentes tipos de dispositivos. No caso de jogos Pervasivos, informações do contexto do mundo real do jogador, em especial sua localização física, são utilizados como elementos para a dinâmica do jogo. Botfigthers e Undercover são exemplos de jogos Pervasivos que tomam como base a localização dos usuários.
Os cenários previamente descritos indicam uma tendência para futuros jogos multiusuário, onde ambientes virtuais serão acessados através de diversos dispositivos que variam características de comunicação e processamento.
No artigo escolhido, estes jogos levarão em conta informações como localização física do jogador, para guiar o usuário no jogo. O acesso ao ambiente virtual será irrestrito, criando situações onde usuários utilizando diferentes dispositivos possam estar lado a lado no ambiente virtual, buscando por seus objetivos. Estes jogos aproveitarão situações específicas, como a formação de redes espontâneas via dispositivos móveis, objetivando aumentar a imersão do usuário no jogo. Estes jogos são denominados aqui de Multiusuário Multiplataforma Pervasivos (PM2G).
Com o surgimento desse tipo de jogos e aplicações, o acesso a informação pode se tornar algo mais Ubíquo, onde todos, sem restrição de classes sociais podem ter acesso ao conhecimento digital.

Fonte: http://www.cin.ufpe.br/~famt/docs/cientific_production/webmedia2006_enxuto.pdf

Chrystiano Barbosa de Souza Araújo

Solar: uma proposta de middleware pervasivo

No cenário atual da computação os usuários precisam aprender a se comunicar com o computador. Num cenário de computação ubíqua o computador que deve saber como se comunicar com o usuário, tornando a camada tecnológica ainda mais transparente.

Entretanto este é um cenário ainda muito distante devido as restrições tecnológicas atuais.

Outro termo que descreve um estado tecnológico posterior ao atual, porém anterior a computação ubíqua é a pervasive computing. Termos que significa computação espalhada.

Para que seja possível a realização da pervasive computing, muitos passos precisam ser dados na ciência da computação. Tanto em nível de hardware quanto em software.

Hoje existe uma grande heterogeneidade nos dispositivos eletrônicos. Num cenário de computação espalhada, esses dispositivos precisariam interagir para manter sua transparência. E tudo isso com as limitações de hardware tradicionais em dispositivos móveis.

O Solar é um sistema onde a infra-estrutura busca entregar às aplicações informações relativas ao contexto de execução. O projeto Solar possui uma implementação feita em Java e utiliza o conceito de objetos distribuídos. O Sistema Solar é constituído de quatro tipos de elementos: Estrela, Planeta, Aplicação e Sensores e Operadores

Fonte:
Link

Postado por:
Lucas Carvalho Teixeira

A Computação Pervasiva e o Pâncreas Artificial para Tratamento da Diabetes

Nesse artigo postamos um assunto muito interessante, a computação pervasiva, que está inserida, junto a computação móvel, formando a computação ubíqua. Com a computação móvel podemos carregar serviços computacionais ao nos deslocarmos. Com a pervasiva, a computação está no ambiente invisível para o usuário, obtendo informações do ambiente, configurando e ajustando uma aplicação para atender aos requisitos do dispositivo ou usuário. Da interação entre computação móvel, pervasiva e o ambiente nasce a possibilidade dos computadores agirem de forma inteligente.

O Pâncreas Artificial

Cito agora um exemplo de utilização da computação pervasiva na medicina, pesquisas são feitas para a construção de um pâncreas artificial para controle da glicose sanguínea, auxiliando no tratamento da diabetes. O Pâncreas artificial tem um sensor contínuo de glicose, para calcular a dosagem exata de insulina. Essa medicação é aplicada por uma bomba de insulina que também faz parte do pâncreas. Tudo isso gerenciado por uma unidade de controle. O sistema se reajusta de maneira constante, controlando precisamente a glicemia.
Para os dispositivos existem protocolos de comunicação específicos como o Health Level Seven (HL7). Os dispositivos não só se comunicariam entre si como também com o sistema de informação do hospital, registrando automaticamente na base de dados da instituição as informações captadas.
O Pâncreas teria uma interface para comunicação com dispositivos externos, tanto para fins de conferência das medidas, quanto para controles e ajustes. O objetivo é compor um padrão de conectividade e troca de mensagens para a interoperabilidade dos diversos dispositivos de diversos fabricantes, estabelecendo um framework para desenvolvimento de dispositivos, estações de trabalho, interfaces e aplicações.

Esse artigo é muito interessante. Leiam o link.

http://alexandre.sabbatini.com/documentos/pancreas-artificial.pdf

computação pervasiva

Computação Pervasiva

O Conceito de Computação Pervasiva implica que os meios de computação estão distribuídos no ambiente de forma perceptível e imperceptível ao usuário. Distribuído no ambiente, o computador tem a capacidade de extrair informações bastante detalhadas de cada parte desse ambiente. A partir disso, é capaz de utilizá-la para dinamicamente construir modelos computacionais, ou seja, controlar, configurar e ajustar aplicações para melhor atender as necessidades de um dispositivo ou de um usuário. Em um ambiente desses povoado de sensores, computadores e aplicações, cada integrante é capaz de detectar a existência e interagir com outro integrante a fim de construir um contexto inteligente.
A computação pervasiva surgiu devido a grande interação entre pessoas e máquinas que rege o mundo atualmente, ao fato de que cada vez mais os homens trabalham compartilhando informações e que cada vez mais computadores wireless estão presentes na nossa vida.
Objetivo da computação pervasiva é tornar o uso do computador transparente ao usuário, diferente de como é feito hoje, onde o homem tem que ligar, operar e desligar as máquinas. Na computação pervasiva, o homem seria inundado por tantos computadores que ele estaria interagindo mesmo sem perceber. Para isso é necessário que o computador tenha uma interface amigável e simples de se usar. Caso a interface seja algo complicada de se usar, toda a idéia da computação pervasiva vai por água abaixo.

Tipos de tecnologia utlizada:

· Tab, que é como se fosse um palm, que funciona como um miniportal de informações sendo uma interface pequena e fácil de se usar.
· Pad, que seria fixo em paredes e funciona com uma caneta infravermelha e seria outra forma de interface.

Outro ponto importante da tecnologia é a transmissão sem fio, o que se torna extremamente necessário na aplicação estudada por nós. Pra computação pervasiva, torna-se necessário uma evolução nas redes sem fio atuais que não suportariam o volume de informação transmitido. As redes atuais taxam o volume de transmissão em bps enquanto em smart houses, surge um novo conceito que é o bit/seg/m3 que geram uma otimização dos recursos.
E finalmente há a questão de manter um baixo consumo de energia . A computação pervasiva prevê um uso de numerosos componentes e altíssimo fluxo de dados provocando um grande processamento. Assim, percebe-se como o consumo de energia se torna um fator importante.

Algumas aplicações:

Museus: Neles Tabs seriam utilizados pelos visitantes oferecendo explicações sobre a exibição em que a pessoa estiver presente, situando a exibição em seu contexto, além de sugerir exibições similares, textos para leitura, entre outras coisas. O aparelho seria capaz de localizar-se dentro do museu de forma a apresentar as informações devidas ao visitante.

AHRI (Aware Home Research Iniciative): O FCE (Future Compunting Environments) possui um projeto para casas inteligentes chamado AHRI (Aware Home Research Iniciative). Este projeto possui várias iniciativas de pesquisa em áreas diferentes.
Ferramenta de contexto: É um pequeno aparelho baseado numa infra-estrutura distribuída. Utiliza componentes de software provendo às aplicações informações contextuais escondendo detalhes sensoriais. Possui sensores encapsulados, acesso a dados de contexto através de API's de rede, abstração de dados de contexto através de interpretadores, disponibiliza dados de contexto através da infra-estrutura distribuída, armazena dados de contexto incluindo um histórico, controle de acesso básico para proteção de privacidade. É capaz de perceber a presença do usuário e identificá-lo. Isto é feito através do uso de iButtons que é um pequeno botão que ao ser apertado pela pessoa emite um som, cada botão possui um som único que o identifica, identificando assim seu portador.

The Digital Family Portrait: Este é um porta retratos que muda de acordo com a rotina da pessoa nele retratada. Para que se possa ter uma proximidade maior com aqueles que estão distantes. O porta retratos dará uma sensação qualitativa das atividades diárias da pessoa além de incorporar nele o clima do local onde esta está.

The Family Intercom: A descrição mais exata deste aparelho seria um intercom inteligente. Haveria um presente em cada cômodo da casa ou prédio e quando uma pessoa quisesse falar com outra bastaria pedir ao aparelho pela pessoa em questão e este saberia exatamente em qual cômodo a pessoa se encontra e se esta pode responder ou não. Este aparelho foi desenvolvido tendo em mente que em um domicílio familiar as pessoas estarão presentes em uma mesma casa mas distantes sem serem capazes de se escutar a não ser através de gritos. Um não sabe a localização exata do outro e nem se esta está em condições de responder. Este intercom faria isto e ainda seria capaz de exercer alguma censura na conversa.

The Gesture Pendant: Este pingente é capaz de controlar os eletrodomésticos da casa baseado em gestos do seu usuário. É um pequeno controle remoto com diversos botões. Ele reconhece os gestos e os traduz em controles para os aparelhos. Porém, por possuir uma interface complexa não seria considerado como computação ubíqua.

The Privacy Mirror: É muito importante para um casal saber se seu filho está sozinho em casa, porém, esta informação pode ser perigosa na mão de pessoas com más intenções, um estranho não deveria ser capaz de ter esta informação. Antes de se tentar controlar e gerenciar as informações é necessário saber que informações são essas que passam pela rede, como está sendo recebida e para onde está indo. Isto vai ser revelado com este "Espelho", assim como um espelho físico revela àqueles que olham para suas imagens como outros os percebem o Privacy Mirror fará o mesmo em termos de informações na rede.

What Was I Cooking?: Esta é uma aplicação para pessoas que cozinham freqüentemente e muitas vezes são interrompidas. Através de sensores de movimento o aparelho é capaz de registrar com imagens as últimas ações do cozinheiro. Assim, caso este sofra alguma distração e se esqueça do que já pôs na panela ou não evitando que ele esqueça algum ingrediente ou que sem querer acrescente uma quantidade dobrada do ingrediente por esquecimento.

Links:
· http://www.gta.ufrj.br/~rezende/cursos/eel879/trabalhos/smarthouses/introd.html
· http://pt.wikibooks.org/wiki/Sistemas_de_Informa%C3%A7%C3%A3o_Distribu%C3%ADdos/Computa%C3%A7%C3%A3o_Ub%C3%ADqua_nos_Sistemas_de_Informa%C3%A7%C3%A3o_Distribu%C3%ADdos#Computa.C3.A7.C3.A3o_Pervasiva

Sistemas Pervasivos

A computação pervasiva (pervasive computing) é uma área recente de pesquisa, considerada o novo paradigma do século XXI, que visa fornecer uma computação onde se deseja, quando se deseja, o que se deseja e como se deseja, através da virtualização de informações, serviços e aplicações. Este ambiente computacional consiste de uma grande variedade de dispositivos de diversos tipos, móveis ou fixos, aplicações e serviços interconectados.
A idéia básica da computação pervasiva é disponibilizar acesso computacional de modo invisível em todo lugar o tempo todo, sem que o usuário precise conhecer a tecnologia para se beneficiar dela, sendo na utilização dos computadores pessoais, de PDA’s (Personal Digital Assistant), de celulares, de acessórios como relógios ou óculos e até mesmo no da própria roupa e corpo humano.

Grids Pervasivos

Grids pervasivos, une as duas tecnologias aproveitando o melhor das duas e permitindo que os usuários tenham mobilidade com alto desempenho e com uma comunicação direta com o ambiente físico de cada aplicação, através das redes de sensores conectadas aos grids.
Grande parte dos artigos sobre grids pervasivos os definem como sendo uma
técnica para obter a união da mobilidade e alto desempenho.
As entradas de um sistema de computação pervasiva podem ser sensores
inteligentes, informações de bancos de dados pré-existentes, especialistas localizados em qualquer parte do mundo que podem interagir com os modelos à medida que eles vão sendo construídos por meio de simulações e por fim os usuários do sistema que podem estar inseridos no domínio da aplicação coletando dados com câmeras digitais, PDAs e outros equipamentos de medição, informando inclusive sua posição geográfica
por meio de GPS.

Conclusões

As técnicas de grids pervasivos ainda precisam evoluir para serem amplamente
utilizadas, pois até o momento não há middlewares padrões que possam integrar
diferentes organizações. Até que eles sejam criados, ou definidos, muitas
implementações acadêmicas deverão ser testadas e com isso temos um grande espaço
para projetos de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias não nos restringindo
apenas à utilização de ferramentas já desenvolvidas.
Além disso, é necessário filtrar as informações obtidas sobre esta nova técnica para
evitar que sejamos surpreendidos pela confirmação da possibilidade dela ser apenas uma tendência.


fontes:
http://www.rnp.br/_arquivo/documentos/pal0218.pdf

http://www.inf.ufrgs.br/~asc/sodr/pdf/SODR-AlissonMarcelo-rev.pdf



Marcele Barreto Soares
mat 104040495

Sistemas pervasivos e jogos

Jogos Pervasivos

Estes jogos aproveitam a visão de computação pervasiva para criar novas formas de integração q vão além daqueles realizados em frente a computadores ou vídeo-game.
Computação Pervasiva procura promover uma maior integração (dos sistemas pervasivos ) no cotidiano de seus usuários, seu objetivo e aumentar o acesso do usuária às aplicações.
Os jogadores utilizam diferentes dispositivos e diferentes redes de acesso (como a computação pervasiva é uma evolução da computação móvel,podemos dizer q jogos pervasivos são inovações a partir dos atuais jogos móvel). Estes jogos são concebidos com base em 3 tecnologias :
1 – dispositivos móveis;
2 – comunicação sem fio;
3 – tecnologias capazes de capturar informações no contexto do mundo real dos jogadores, principalmente localização física.

Um exemplo recente deste conceito é o novo console da Nintendo (Wii). Este videogame captura os movimentos do jogador e as interpreta como ações no jogo.


Wallace Gomes de Souza
Fonte: http://cognitio.incubadora.fapesp.br/portal/atividades/cursos/posgrad/jogos_eletronicos/2006/trabalhos/t1/Jussara_T1.pdf

Framework para simulação de sistemas pervasivos

O objetivo da computação pervasiva é ser um modelo computacional que integra de forma transparente os diversos tipos de hardware e software existentes, afim de obter a maior gama de aplicações para facilitar as tarefas de usuarios de diferentes smart spaces (ambientes inteligentes)
Este artigo mostrará uma proposta de framework para desenvolvimento de sistemas pervasivos e simulações com os mesmos.
A ferramenta proposta permitiria a simulação de smart spaces virtuais facilitando o desenvolvimento e teste do sistema em questão.
(Artigo em espanhol).

Leia o artigo.

Postado por Maycon Lopes.
Autores: Javier Muñoz, Idoia Ruiz†, Vicente Pelechano, Carlos Cetina
Orientação a objetos aplicada à computação pervasiva

A proposta do artigo apresentado a seguir é oferecer uma ferramenta de suporte ao desenvolvimento e a execução de sistemas pervasivos através de uma arquitetura em três camadas. Essa ferramenta fornece uma interface de programação simples para o desenvolvimento de aplicações, componentes e serviços na forma de objetos baseado no método de orientação a objetos.

O autor selecionou alguns objetos de estudo que representam características indispensáveis para aplicações pervasivas. São eles:
1- Cyberforaging: consiste em estender os recursos de processamento de dispositivos móveis com demais dispositivos ao seu redor em um ambiente. Significa que uma mesma aplicação pode ser executada em um celular e em um computador fixo ao mesmo tempo transparentemente.
2- Composição ad-hoc: prevê a integração entre aplicações de forma dinâmica, ou seja, sem intervenção do usuário.
3- Adaptação a mudanças de contexto: são meios que permitem que o cliente escolha a melhor estratégia de adaptação frente a alguma mudança no ambiente em que ele se encontra.

MagnOb

MagnOb é uma arquitetura que mapeia componentes e serviços em objetos do paradigma OOP e provê a execução destes objetos em sistemas pervasivos.

Como um dos maiores desafios da computação pervasiva é a integração de hardware e software existentes de forma transparente, a motivação deste trabalho é de que apesar das diferenças existentes entre componentes de hardware e software, todos eles possam ser representados em forma de objetos do paradigma OOP. Dos componentes de software, destacam-se os reutilizáveis por fornecer um nível maior de reuso em diferentes aplicações. Isso é garantido através do OOP. A integração de componentes pode ser realizada apenas através de “portas específicas”, quando algum componente deseja conectar-se a outro, ele deve procurar por uma dessas portas.

Os serviços não são estruturados pelo paradigma OOP, eles são providos através de uma Interface Definition Language(IDL), que define o serviço e seu protocolo de mensagem independente da sua implementação e da plataforma utilizada.

Os objetos MagnOb são as principais unidades de execução do ambiente e são providos de suporte á mobilidade de código, cópia e restauração de estado e o mecanismo de offloading, que permite a execução destes objetos em outras máquinas, utilizando recursos disponíveis em outros computadores.

Cada objeto MagnOb possui o seu proxy, gerado automaticamente, para permitir a sua utilização por dispositivos remotos. Para cada referencia remota requisitada é criado um novo proxy com um canal de comunicação dedicado para o objeto distribuído. Os canais de comunicação são implementados como sockets.

A ferramenta ainda é dotada de um compilador que realiza um pré-processamento das classes definidas pelo desenvolvedor e adiciona os vários recursos oferecidos pelo modelo de programação e execução do MagnOb.

Arquitetura MagnOb

A arquitetura da ferramenta MagnOb é constituída de três níveis:
1 – Apliacação: é o nível responsável pela execução dos objetos concretos MagnOb, nela é realizado o pré-processamento das classes para que sejam utilizadas juntamente com funcionalidades da API para manipulação de objetos oferecida pela ferramenta.
2 – Componentes: nessa camada, os objetos têm sua funcionalidade extendida, de forma transparente às outras camadas, para suportar diversos recursos e mapeamentos previstos no MagnOb.
3 – Sistema: essa camada pe responsável por criar uma arquitetura virtual para a execução dos objetos MagnOb.

Opinião

Depois do estudo deste artigo eu cheguei a conclusão de que um sistema para ser pervarsivo deve ser antes de tudo polimórfico, pois é a única forma de garantir que ele seja adaptável a mudanças de contexto, e, polimorfismo é a essência do paradigma OO.

Com o conceito de abstração OO é possível garantir a integração e a substituição de diversos componentes, o que permite que sistemas mudem de característica de acordo com as necessidades do usuário. Isso comprova que OO é o paradigma mais adequado para construção de sistemas pervasivos.

Fonte: http://www.inf.unisinos.br/~barbosa/pipca/consipro1/a9.pdf

Thiago Ribeiro Nunes / 105040501
Sistemas distribuídos
UCAM

Sistemas Pervasivos

Com a popularização dos dispositivos portáteis, tanto pelo custo quanto pelas funcionalidades que oferecem, nota-se um crescente interesse no estudo da mobilidade em sistemas de computação. Essa mobilidade pode ser tanto de usuários, código ou de dispositivos. Um cenário computacional que está se consolidando como o ambiente computacional do futuro é a Computação Pervasiva. Nesta visão, o poder computacional está sempre disponível, se encontra em qualquer lugar, a todo momento e é acessível com qualquer dispositivo. A computação pervasiva propõe o deslocamento da computação para a centralização no usuário e suas atividades. Nesta visão, quem deve ser reconhecido pelo sistema é o usuário e não os equipamentos que ele porta ou usa (como estão definidos os sistemas computacionais atuais).A comunicação no ambiente pervasivo, por causa dos seus requisitos, envolve várias questões e desafios de pesquisa. Neste cenário, onde desconexões são freqüentes, faz-se necessário um serviço de comunicação que leve em consideração o estado da rede e o tipo de conexão.
Grids
A computação em grade (grid) tem sido o paradigma dominante para computação distribuída geograficamente. Originalmente o objetivo dos grids era combinar recursos através de muitas organizações para representar uma organização virtual, normalmente maior e mais efetiva do que cada umas das organizações reais isoladas, permitindo a resolução de problemas que antes não poderiam ser resolvidos por elas isoladamente.
Computação Pervasiva
A idéia básica da computação pervasiva é disponibilizar acesso computacional de modo invisível em todo lugar o tempo todo, sem que o usuário precise conhecer a tecnologia para se beneficiar dela, sendo na utilização dos computadores pessoais, de PDA’s (Personal Digital Assistant), de celulares, de acessórios como relógios ou óculos e até mesmo no da própria roupa e corpo humano.
Grids Pervasivos
Esta categoria, a de grids pervasivos, une as duas tecnologias aproveitando o
melhor das duas e permitindo que os usuários tenham mobilidade com alto desempenho e alto desempenho com uma comunicação direta com o ambiente físico de cada aplicação, através das redes de sensores conectadas aos grids.



Para o desenvolvimento da solução, estão sendo utilizados métodos, técnicas e ferramentas de análise e projeto orientado a objetos. Particularmente, usam-se Padrões de Projeto e Diagramas UML a fim de facilitar futuras alterações e evoluções . A plataforma de desenvolvimento adotada, pela ampla aceitação, facilidades em mobilidade e portabilidade, é Java em suas versões J2SE, J2ME e J2EE. O serviço de comunicação estará permanentemente disponível no dispositivo móvel (PDA, celular).

Link: http://www.sbc.org.br/sbac/2007/workshops/wpuc/
http://www.ppgia.pucpr.br/~maziero/pesquisa/ceseg/wseg04/2904.pdf
http://www.rnp.br/_arquivo/documentos/pal0218.pdf

Jefferson Moura
105040029

quinta-feira, 6 de março de 2008

Um Middleware Extensível para Disponibilização de Serviços em Ambientes Pervasivos

Os diversos avanços nas tecnologias de hardware e redes sem fio vêm permitindo a concretizaçãodo paradigma conhecido por computação pervasiva, ou ubíqua. Nesse paradigma,a computação encontra-se embutida em objetos do dia a dia, como carros, televisores eroupas, de forma que a mesma possa integrar-se transparentemente às nossas vidas. É devidoa esses avanços, portanto, que a pesquisa em computação pervasiva se vê hoje em amplaexpansão, já que agora os primeiros ambientes e aplicações com suas características podemser concebidos.Nesse contexto, o desenvolvimento de aplicações voltadas à computação pervasiva envolveuma série de detalhes que não estão diretamente relacionados às mesmas. Comunicaçãovia rede, aquisição de informações de contexto e segurança são alguns exemplos. Noentanto, o mais óbvio, para o desenvolvedor, seria se concentrar inteiramente na lógica daaplicação, livrando-se de lidar com tais detalhes. É com esse propósito, portanto, que tem seutilizado infra-estruturas de software conhecidas por middlewares.Nessa mesma linha de raciocínio, uma das abordagens que tem se utilizado no desenvolvimentode middlewares para computação pervasiva é a computação orientada a serviços.Além disso, características como ciência do contexto, descoberta de nós e evolução dinâmicaaparecem também como elementos importantes no que se refere a tais middlewares. Dadoisso, o objetivo principal deste trabalho consiste no desenvolvimento de um middleware,chamado de Wings, voltado à computação pervasiva, e que contemple as característicascitadas.
Bom, esse é um excelente sistema que foi criado com o propósito de ser extensível e adaptável.Uma boa utilização seria, com toda certeza, na telefonia móvel, o que tornaria mais poderoso.

Fonte: http://www.ourgrid.org/twiki-public/pub/COPIN/DissertacoesMestrado/EmersonLoureiro.pdf


Sugiro que entrem nesse site de sistemas pervasivos da USP.
http://pad.lsi.usp.br/joomla/